quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Montagem teatral chega a São Paulo com atores com Síndrome de Down no papel principal

O Reizinho Mandão estreou no ultimo final de semana e atrai público de todas as idades


No ultimo sábado, dia 19 de setembro, foi lançado no Teatro Augusta a peça infantil, O Reizinho Mandão.

Com direção de Roberto Lage, a atração é baseada na Obra da escritora Ruth Rocha e conta a história de um príncipe mimado e mandão, que após a morte de seu pai que era um rei sábio e justo, acaba adquirindo o trono, mas com seu autoritarismo faz o povo literalmente perder a voz.

A montagem retrata a obra na integra, utilizando o universo regional e a diversidade, sendo o primeiro espetáculo teatral a incluir em seu elenco atores protagonista com Síndrome de Down.

Com um teatro cheio de convidados, entre eles muitas crianças, a peça conseguiu prender a atenção de todos por volta de 40 minutos de seção que incluía textos bem elaborados, musicas que nos fizeram sair cantando após o fim da peça e um humor infantil e inocente que fez rir qualquer adulto carrancudo.

No elenco estão os atores Ariel Goldenberg, Rita Pokk, Joana Mocarzel, Jô Santana, Ricardo Gamba, Rico Malta, Stella Tobar. Luiz Novaes e Tiago Leal.

A peça fica no Teatro Augusta na Rua Augusta, 943.
Mais informações e horário do espetáculo pelo telefone (11) 3151-4141



‘A Espiã Que Sabia de Menos’ faz 007 morrer de rir.

Comédia americana chega ao cinema nacional mostrando uma espiã ao inverso do que vimos na franquia britânica.



Quando entra uma comédia americana você deve pensar: bem, lá vem mais um besteirol daqueles. Mas aos poucos a risada começa a sair e quando nota já está entretido na história. Se essa era a intenção dos diretores de ‘A Espiã Que Sabia de Menos”, eles conseguiram.
No longa, Melissa McCarthy vive a agente da CIA renegada a segundo plano que se vê obrigada a entrar em ação para salvar um amigo.No filme, ela interpreta a agente Susan Cooper — brilhante e eficiente, mas tão desvalorizada que há anos vive esquecida no porão da agência, trabalhando apenas como uma auxiliar à sombra do espião Bradley Fine, interpretado por Jude Law. 
Com um ar satírico sobre as aventuras de um agente secreto, o filme retrata de forma leve e divertida as aventuras da desastrada espiã que sem experiência tenta mostrar o seu valor.Um Bom filme para assistir num sábado a tarde com a família e que logo estará no Netflix.

Originalmente, o título era Susan Cooper, nome da protagonista. O filme marca a terceira colaboração entre a atriz e o diretor Paul Feig depois das comédias Missão Madrinha de Casamento (2011) e As Bem Armadas (2013). A Espiã que Sabia de Menos teve um orçamento de US$ 25 milhões.

O elenco conta também com Jason Statham (“Os Mercenários 3”), Rose Byrne (“Missão Madrinha de Casamento”), Allison Janney (“Tammy”), Bobby Cannavale (“Chef”) e Miranda Hart.

O filme estreou nos cinemas brasileiros em 21 de maio.




Peça Através De Um Espelho estreia em São Paulo para nenhum psicanalista botar defeito

O roteiro conta a história de uma família desestruturada que tenta acertar as contas com o retorno da filha, revendo suas relações familiares.

                                                            
Estreou no ultima final de semana em São Paulo no Teatro Tucarena a peça AtravésDe Um Espelho, adaptação do longa-metragem homônimo de Ingmar Bergman, de 1961, Há dois anos, ao assistir à montagem em Nova York, Gabriela Duarte, que interpreta a protagonista Karin, se encantou com a obra. “Daquele dia em diante, aquela peça nunca mais me saiu da cabeça. O impacto que esse texto provocou me fez pensar em questões fundamentais: Quem somos nós? O que podemos fazer por quem amamos? E por nós mesmos?” disse ela. 

Nelson Baskerville é David, pai de Karin, que de acordo com Valderez Cardoso Gomes, dramaturgista do espetáculo, é o porta-voz de Bergman. “David é realmente sua projeção. Seu criador concede-lhe seus pensamentos e sentimentos secretos e insondáveis, uma vez que a personagem também é escritor, e sua obra, vítima de críticas injustas e infundadas, por parte do filho imaturo Max (Lucas Lentini) e do genro Martin (Marcos Suchara), que não têm embasamento para tais censuras. A peça também retrata o isolamento de David, mas, como diz Bergman: ‘De nada adianta discutir a solidão’. A lucidez das personagens ressalta ainda a incomunicabilidade das pessoas, que são como ilhas isoladas num arquipélago de incompreensão.”

Considerada uma das obras-primas do genial diretor sueco, o foco desta montagem, no entanto, não se pauta pelo sucesso cinematográfico. “Esta encenação não tem nada, absolutamente nada a ver com o filme. A adaptadora já havia feito um trabalho de transposição do filme pro teatro, linguagens
muito diferentes entre si. Aqui, Marcos Daud e Valderez Cardoso trouxeram importantes contribuições para que a peça efetivamente pudesse se comunicar com o público brasileiro. Eu não me interesso nem um pouco pelos dilemas escandinavos se esses não forem os nossos dilemas”, explica Ulysses Cruz que dirige a montagem. Ulysses ressalta ainda que o grande desafio é “transformar uma história de conflitos familiar escrita por um sueco em algo vivo, eletrizante, movimentado, para que o público do Brasil consiga se enxergar ali.”.

Apresentado no palco circular do antigo Tuca, o telespectador pode acompanhar todos os lances e ter uma visão quase que de 360° do que acontece em cena. É um vívido partícipe das cenas, que envolve diálogos bem elaborados assim como qualidade no cenário. Os atores buscam todos os cantos do teatro levando o publico a uma interação quase que completa.

Sobre os personagens, notamos a fragilidade de Karin, interpretada por Gabriela Duarte, que sem querer enxergar seu problema, tenta viver num mundo irreal e fazer toda a família a acreditar nele e viver assim. O pai, que deveria ser a força e sustentação da família, acaba por de afastar dos filhos os tornando mais frágeis, achando que isso será a solução dos problemas. O filho mais novo, Max, ainda na adolescência, vive de sonhos e medos, e por não ter aonde de apegar, acaba sendo frágil diante das situações. Já o marido de Karin, o personagem Martin, vive em função da esposa, e analisando a peça fica a duvida de o mesmo faz isso por amor, pena, ou até mesmo por medo do que a realidade da vida pode lhe mostrar.

Um texto carregando de bons diálogos, ótimas interpretações que cativa o publico, fazendo querer mais. 

ATRAVÉS DE UM ESPELHO

TEATRO TUCARENA (300 lugares)

Rua Monte Alegre, 1024 (entrada pela Rua Bartira) – Perdizes

Informações: 3670.8455 / 8454

Bilheteria: de terça a sábado, das 14h às 19h.

Estacionamento conveniado: R$ 14 (Rua Monte Alegre, 835/ mediante
apresentação do ingresso do espetáculo). ValetEstapar: R$ 20 (somente
sábados e domingos)

Vendas: 4003.1212 e 
www.ingressorapido.com.br

Sexta às 21h30 | Sábado às 21h | Domingo às 19h30

Ingressos:

Sexta R$ 50 | Sábado e Domingo R$ 70 

Duração: 75 minutos

Classificação: 12 anos

Curta Temporada: de 18 de outubro a 30 de Novembro 

Direção: Ulysses Cruz 
Elenco: Gabriela Duarte, Nelson Baskerville, Marcos Suchara e Lucas Lentini 


"Belas e Perseguidas" reúne ganhadora do Oscar com um símbolo sexual em nova comédia americana

Filme chegou às telonas brasileiras no ultimo dia 02 de Julho 


Depois de provas que é uma boa atriz e levar o Oscar por uma produção impecável, Reese Witherspoon volta às telonas com o roteiro que a fez tão famosa: as comédias.

O filme conta a história de uma policial (Reese Withrspoon) designada para escoltar uma importante testemunha (Sofia Vergara) até Dallas. Mas nisso, ela se vê em uma fuga desenfreada junto com sua companheira de viagem após se envolver em um acidente. Dotadas de personalidades opostas, elas unem forças para escapar dos bandidos e da própria polícia.

Belas e Perseguidas aposta nos efeitos cômicos, mostrando uma tensa e certinha policial americana em contraste com a espontânea senhora de narcotraficante, o que provoca boas risadas no começo do filme. No entanto, o talento da loira Reese fala mais alto, sendo convincente e divertida, diferente da morena Sofía que não consegue superar suas limitações dramáticas mostrando mais uma vez a imagem estereotipada de latina sensual e envolve, como se a mesma não tivesse mais nada a mostrar.
Bom filme para a seção da tarde em casa com uma pipoca quentinha.

Belas e Perseguidas
·         Estréia: 02/07/2015
·         Gênero: Ação/Comédia
·         Duração: 87 min.
·         Origem: Estados Unidos
·         Direção: Anne Fletcher
·         Roteiro: David Feeney, John Quaintance
·         Distribuidor: Warner Bros. Pictures
·         Classificação: 12 anos